sexta-feira, 4 de novembro de 2016

TOQUE RÁPIDO COM O MIRACEMENSE VITINHO, NOVO REFORÇO DO RESENDE

Rodrigo Souto, Vitinho e outros dois companheiros
Como surgiu o interesse do Resende em sua contratação?
- Surgiu depois de eu ter feito bons jogos contra eles na semifinal da Copa Rio e no carioca desse ano. Fui bem e acho que por isso surgiu o interesse do Resende na minha contratação.

Recebeu proposta de outro clube?
- Graças a Deus recebi outras propostas no fim da competição, mas eu tinha contrato até maio do ano que vem com o Friburguense. Então, antes de acertar comigo, o contato deveria ser feito com o Friburguense. O primeiro clube que fez isso foi o Resende e foi uma proposta que me agradou, tanto financeiramente como também para a minha carreira. Fiquei muito feliz com esse acerto!

O seu passe ainda pertence ao Friburguense ou foi em definitivo para o time da região Sul Fluminense?
- Para acertar com o Resende, o Friburguense pediu uma renovação de dois anos e o Resende também queria um contrato mais longo. Conversamos e chegamos a um bom senso. Renovei por dois anos com o Friburguense e vim emprestado por um ano e meio ao Resende.  

O que você achou da estrutura do novo time?
- Fiquei muito impressionado com toda a estrutura do clube, pelos profissionais que aqui trabalham e pelos treinamentos. O nível é de time grande.

Quais os jogadores mais conhecidos que fazem parte do elenco?
- Eles contrataram por último o Rodrigo Souto – revelado pelo Vasco – que já jogou em vários clubes do Brasil e também do exterior. O Marcel, que é o camisa 10 há bastante tempo, jogou no Corinthians, e tem outros jogadores que são conhecidos no futebol carioca.

O técnico já foi definido?
- Ainda não.

Fale de sua expectativa em vestir uma nova camisa e as pretensões para a próxima temporada
- É uma expectativa muito grande. O Resende é um clube que tem feito boas campanhas no estadual. Recentemente foi bicampeão da Copa Rio e mantém uma base de jogadores por um bom tempo. Então, está sendo uma honra vestir essa camisa e espero recompensar todo o esforço que fizeram pela minha contratação, fazendo um excelente campeonato e ajudando o clube a quem sabe sonhar com o título. Individualmente falando, é tentar dar continuidade naquilo que vinha fazendo no Friburguense, para que realize meus sonhos, que é jogar num time grande e também fora do país.

Quero agradecer pelo espaço em seu blog, que é um sucesso, e sempre que precisar estou à sua disposição. Abraços. 

O GRINGO DOVAL: UM ÍDOLO DA DUPLA FLA-FLU


Narciso Horácio Doval nasceu em Buenos Aires, na Argentina, em 4 de janeiro de 1944. Morreu ainda novo, aos 47 anos, vítima de um ataque cardíaco fulminante, em 12 de outubro de 1991, na mesma cidade onde nasceu, quando saía de uma discoteca. Doval brilhou defendendo os rivais cariocas – Flamengo e Fluminense – durante boa parte da década de 70. Foi um atacante oportunista, de boa colocação, técnico e de muita raça.

Começou a carreira no San Lorenzo, time da capital argentina, em 1962, e jogou no Flamengo de 1969 a 1975, tendo sido emprestado ao Huracán, em 1971. O seu estilo de vida boêmio foi um dos motivos por ter sido emprestado. Sem conseguir destaque em sua terra natal, marcou 6 gols em 29 jogos, acabou retornando ao Flamengo na temporada seguinte.  Pelo rubro-negro foi campeão carioca em 1972 e 1974, e artilheiro em 1972, com 16 gols. Chegou a formar uma excelente dupla de ataque com Zico.  A sua trajetória no time da Gávea foi de  263 jogos e 94 gols marcados.  

Em 1976, Francisco Horta, então presidente do Fluminense, em uma troca com o Flamengo, conseguiu levar Doval para as Laranjeiras, negociação que não agradou ao torcedor flamenguista. O atacante não demorou em tornar-se destaque e ídolo da Máquina Tricolor, fazendo parte de um elenco cheio de estrelas. Além do título carioca de 1976, também foi artilheiro do certame marcando 20 gols. A sua média de gols no Fluminense foi de um gol marcado a cada dois jogos, totalizando 71 em 141 jogos.

Deixou o Fluminense em 1978, e retornou ao futebol argentino para jogar mais uma temporada pelo San Lorenzo, em 1979. Nas duas passagens pelo time portenho fez um total de 112 jogos e marcou 40 gols. A sua carreira já estava no fim e no ano seguinte, em 1980, jogou por duas equipes dos Estados Unidos, o Cleveland Cobras e o New York United, marcando 16 gols em 24 jogos, e abandonando definitivamente o futebol.




ADESIVO PARA TRATAMENTO DE ALZHEIMER COMEÇA A SER DISTRIBUÍDO DE GRAÇA PELO SUS


Os brasileiros com Alzheimer não precisarão mais comprar o adesivo de rivastigmina. Isso porque o medicamento, aplicado na pele, passará a ser distribuído gratuitamente pelo SUS, o Sistema Único de Saúde do governo.

O adesivo ajuda a diminuir os efeitos colaterais da doença, como náuseas, vômitos e perda de apetite. Isso porque ele leva o princípio ativo direto à corrente sanguínea, sem passar pelo sistema digestivo. A medida, que dá muitos motivos para os brasileiros com Alzheimer comemorarem, já foi publicada no Diário Oficial da União e começa a valer em breve.

A rivastigmina já estava disponível no SUS, mas em forma de cápsula e solução oral. Além dela, o sistema oferece gratuitamente outros dois medicamentos para o tratamento de Alzheimer: a donepezila e a galantamina.

A doença atinge, em média, 7% dos idosos e seu sintoma mais conhecido é a perda de memória. Se diagnosticada no início, é possível retardar seu avanço, controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

COMO O MATEMÁTICO INVENTOU HÁ MAIS DE 150 ANOS A FÓRMULA DAS BUSCAS DO GOOGLE



Cada vez que você faz uma busca simples no Google ou em qualquer outro buscador informático, entre os mecanismos de programação que permitem encontrar o que procura há princípios de lógica que foram concebidos há mais de 150 anos. Foi o matemático britânico George Boole (1815-1864) que inventou um sistema de álgebra que é chave para a programação de hoje.

Boole foi homenageado ano passado, no 200º aniversário de seu nascimento, com um Google Doodle, uma versão modificada do logotipo na página da empresa.  O logotipo animado ilustrava as chamadas portas lógicas, que são usadas em computação e derivam de funções booleanas.

A álgebra de Boole, ou álgebra booleana, é uma estrutura algébrica que esquematiza as operações lógicas, e está presente em todas as partes: desde a programação por trás dos videogames até o código dos aplicativos e programas de computador que usamos.

Pode-se dizer que os tijolos que formam a programação, que são os comandos ou instruções dadas a um sistema informático, são todos baseados na lógica de Boole.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

COMEÇA A FUNCIONAR NO INTERIOR DE SP A MAIOR TERMELÉTRICA DO BRASIL QUE PRODUZ ENERGIA COM LIXO



Diariamente, cerca de oito mil toneladas de resíduos urbanos e industriais são levados até a Central de Tratamento e Valorização Ambiental, na cidade de Caieiras, em São Paulo. É a partir de todo esse lixo que a Termoverde Caieiras, maior termelétrica movida a biogás de aterro sanitário do Brasil, produz energia. 

A usina tem 15 mil metros quadrados e potência instalada de 29,5 megawatts, o que seria suficiente para abastecer uma cidade de 200 mil habitantes. O empreendimento começou a ser construído em 2014, com um investimento de mais de R$ 100 milhões do Grupo Solví, e em julho de 2016 recebeu a autorização da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) para começar a operar.

Com a termelétrica, evita-se que o metano – um dos gases do efeito estufa – seja liberado na atmosfera. Segundo a Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), o Brasil tem potencial de gerar 1,3 GW de energia elétrica a partir dos resíduos sólidos urbanos. Esse total é equivalente a um fornecimento adicional de 932 mil MWh/mês, o suficiente para abastecer 6 milhões de residências.

É TRISTE, MAS O BRASILEIRO NÃO LIGA PARA A HISTÓRIA DO FUTEBOL. E A TENDÊNCIA É PIORAR... POR GABRIEL ROSTEY



Muito se comentou sobre o fato de que os jogadores da Seleção Brasileira praticamente ignoraram a morte de Carlos Alberto Torres. Somente Gabriel Jesus fez um post sobre a perda de um dos, senão o maior capitão da história do nosso futebol. Infelizmente isso não é novidade. Como sempre lembrado por Juca Kfouri, uma vez Robinho disse não conhecer Nilton Santos, por exemplo. Só que isso não é exclusividade de “jogadores com origem humilde que não tiveram boa educação de base”. É disseminado.

Primeiro que, de fato, valoriza-se pouco a história no Brasil. Em qualquer área, falamos e conhecemos pouco sobre o passado, e com o futebol não é diferente. Mas a peculiaridade dessa paixão nacional é que as gerações mais novas, em geral, tendem a querer desqualificar o passado. Pensam que os mais velhos “romantizam tudo”, que “futebol antes era fácil” e têm uma voracidade por “testemunhar a História” que me impressiona. Aliás, não só a juventude, como a própria imprensa, mas apenas no futebol europeu, claro: qualquer classificaçãozinha de País de Gales as quartas de final de Eurocopa rende um emocionado “Estamos vendo a História ser feita!”, enquanto no nosso quintal, a tal da “História” parece só ser evocada para coisas negativas: “o mais fraco São Paulo de todos os tempos”, “pior fase da historia do Botafogo”, “se rebaixado, será a primeira vez na história do Internacional”…

Nasci em 1982 e comecei a acompanhar futebol no fim da década de 80. Lembro que era comum que se apelidasse qualquer dupla de um negro e um branco – fossem dois garotos ou dois cachorros, por exemplo – como “Pelé e Garrincha”. Cresci vendo o “Rei” ser tratado como realmente de outro planeta. Garrincha, Didi, Rivellino, Tostão, etc. sendo valorizados como verdadeiros monstros do futebol.

Sinto que tudo mudou após a conquista das Copas de 1994 e 2002. Acabou o encanto daquele período em que dominamos o planeta. É como se Zinhos, Mazinhos e Klebersons nos levando ao topo “humanizassem” o peso de ser “campeão do mundo”.
Para exemplificar isso, durante as Olimpíadas do Rio, o programa “Balada Olímpica” (que ia ao ar na Globo durante as madrugadas) trouxe uma reportagem feita nas Olimpíadas de 1992, pelo Marcos Uchôa, sobre o time americano de basquete, o “Dream Team”. Nela, o repórter exaltava Magic Johnson, e comparava suas assistências “aos lançamentos milimétricos de Gerson”. Isso já 22 anos depois da Copa de 1970.

Alguém imagina hoje uma reportagem dizendo algo como “Djokovic voou para dar o voleio, tal qual Taffarel para evitar um gol”? Eu não. E isso tem a ver com os referenciais. Naquela época, nosso orgulho eram as Copas, antes restritas ao período 1958-1970. Depois, veio a globalização, ganhamos outras duas (protagonizadas por craques que atuavam no exterior) e surgiu a tal da Bola de Ouro da FIFA, que é tratada quase como uma prova matemática da qualidade de um jogador.

Agora, sejam atletas, sejam jovens torcedores (mesmo de clubes nos quais ele foi ídolo), praticamente ignoram a morte de um colosso do esporte. E, se bobear, é até melhor assim. Se essa patrulha se intensificar, vão pipocar posts protocolares feitos por assessores dos jogadores. Fora que, às vezes, até algum conhecimento do passado é prejudicial, como quando jovens dizem coisas como “Pelé só tem mais de 1000 gols porque conta até os que fez pelo exército”.

Agora imaginemos só qual é a tendência futura de valorização do passado recente do nosso futebol, em que ninguém cria raízes, que nossos clubes são subjugados pelos mercados árabe e chinês, que a criançada torce por times europeus, a Seleção é um balcão de negócios…

Gabriel Rostey é sócio fundador do Site No Ângulo e possui Mestrado em Planejamento Urbano e Regional, MBA em Gestão Estratégica e estudou Turismo com Especialização em Planejamento e Gestão Turística.

MULTAS DE TRÂNSITO FICAM MAIS CARAS A PARTIR DE HOJE. CUIDADO COM A CINQUENTINHA!


A partir de hoje (1º), as multas por infração de trânsito ficarão mais caras em todo o país. As regras mais rígidas para o Código de Trânsito foram estabelecidas com a Lei n.º 13.281 , sancionada em maio deste ano. Segundo o Ministério das Cidades, desde o ano 2000 as multas não eram reajustadas.

A infração gravíssima, que antes tinha multa no valor de R$ 191,54, passará a ter o valor de R$ 293,47. Já as multas por infração grave passarão para R$ 195,23 - anteriormente o valor era R$ 127,69. Para a infração média as multas passarão de R$ 85,13 para R$ 130,16. As infrações leves, que antes tinham o valor de multa de R$ 53,20, passarão a valer R$ 88,38.

A infração para quem for flagrado manuseando o telefone celular enquanto estiver ao volante, que atualmente é considerada média, passará a ser gravíssima. Com isso, o valor da multa subirá de R$ 130,16 para R$ 293,47.

De acordo com o Código de Trânsito, a receita arrecadada com a cobrança das multas de trânsito deve ser aplicada, exclusivamente, em sinalização, engenharia de tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito. O Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito recebe, para a mesma finalidade, 5% da receita arrecadada com as multas.

Cinquentinha

Além do endurecimento das penalidades, a nova legislação prevê sanções para quem conduzir ciclomotores sem habilitação ou permissão na categoria A ou Autorização para Conduzir Ciclomotor. Não portar um dos documentos mencionados será caracterizado como infração gravíssima, com multa no valor de R$ 880,41, sete pontos na carteira e retenção do veículo até apresentação de condutor habilitado.

A exigência de formação para conduzir as chamadas "cinquentinhas" já estava prevista na Resolução nº 572 do Denatran, com início da fiscalização em 1º de junho de 2016. Entretanto, a resolução não trazia as sanções em caso de descumprimento, que foram inseridas na lei que estabeleceu as modificações no Código de Trânsito. Como a aplicação dessas sanções está prevista somente para o dia 1º de novembro, quem já foi multado poderá recorrer.


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